expedição catástrofe | extremo sul da bahia, zona remota.

“Linhas Paralelas”

Um presidente resolve
Construir uma boa escola
Numa vila bem distante.
Mais ninguém vai nessa escola:
Não tem estrada para lá. Depois ele resolveu
Construir uma estrada boa
Numa outra vila do Estado.
Ninguém se muda para lá
Porque lá não tem escola.

 
Murilo Mendes, História do Brasil, 1932.

 

captura-de-tela-2016-12-29-as-16-24-18

______________________Ponto 5 – Porto Seguro/BA. Colegio Estadual Indígena Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália. Escola Indígena Pataxó – Aldeia Velha, Arraial D’ajuda______________________

 

“Capa de Índio” é uma reflexão cinematográfica sobre o turismo na aldeia dos índios pataxó de Coroa Vermelha, no extremo sul da Bahia. Os diretores indígenas seguem com a sua câmera os visitantes e exploram a visão, por vez estereotipada, dos visitantes sobre os moradores da Reserva. O diálogo entre o índio e o “branco” revela as dificuldades de aproximação, e mostra a necessidade de procurar novas formas de divulgação da vida dos povos indígenas do nordeste. O filme é resultado de uma oficina de vídeo organizada em parceria com o Ponto de Cultura Pataxó de Coroa Vermelha.
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______________________ Ponto 4 – Cumuruxatiba/BA. Colégio Estadual Indígena Kijetxawe Zabelê. Aldeias Tibá, Cahy, Pequi e Dois Irmãos______________________

Fotos: Ícaro lira

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AOS QUE SEMPRE LUTARAM.

Filme-carta realizado por professores e jovens Pataxó de Cumuruxatiba – Sul da Bahia. Direcionado aos anciões que deram início à luta pelo território, o filme traz alguns episódios de retomada do território indígena e reintegração de posse por parte latifundiários e pousadeiros da região. Filme realizado durante a Oficina de audiovisual “Inventar com a Diferença – Cinema e Direitos Humanos”, sob orientação de Clarissa Nanchery.                                      ____________________________________________

 

3

 

 

O Mestre Ignorante (1987),  Jacques Rancière.

” Ora, é claro que o ponto comum entre um certo tipo de psicanálise e o mestre jacotista é que este último assume a posição daquele que não sabe. O que é o “mestre ignorante”? É um mestre que se retira empiricamente de jogo e diz ao candidato à emancipação: o problema é seu, eis aqui esse livro, eis aqui a oração, eis aqui o calendário, eis aqui o que tens a fazer, observa os desenhos nessa página, diz o que podes reconhecer aí etc. Essa posição do ignorante é naturalmente acentuada quando o mestre realmente ignora o que o aluno deve aprender – é a experiência de Jacotot como professor de holandês ou de pintura. Mas, fundamentalmente, “ignorante” quer dizer ignorante da desigualdade. O mestre ignorante é o mestre que não quer saber das razões da desigualdade. Toda experiência pedagógica normal está estruturada por razões da desigualdade. O mestre ignorante é aquele que ignora tudo isso e que comunica essa ignorância, isso é, comunica essa vontade de não saber nada a esse respeito. ”

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______________________ Ponto 3 – Caravelas/BA. BR 418, Vila dos Oficiais. Reserva Extrativista de Cassurubá. Escola. Municipal. Menino Jesus______________________

#expediçãocatástrofe

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“atacai o culto leal
ao capeta ao capital
e o coetá letal
e o pau apocalipto”
ACEILOPTU : EUCALIPTO | Waldo Motta

______________________ ponto 2 – Helvécia/BA. Comunidade Quilombola. Escola Quilombola, E.M.E.F João Martins Peixoto. Córrego do Bacalhau______________________

 

 

BR-418 / DESERTO VERDE

Ícaro Lira + Laura Castro

2.1

A extinta linha férrea, a chegança na estação, uma rodada na praça, a moça da igreja dobrando panos, antiga professora do grupo escolar.

Escola fechada, feriado do dia do evangélico.

Seu Z nos indicou que procurasse N, umas das responsáveis pela escola.

– Tá vendo aquela casa ali com o sofá vermelho na porta?

Conversa pequena, alguma desconfiança, duas mulheres, uma mesa longa, sol de meio dia. N sorriu no final e concordou em abrir a escola. Já ali nos mencionou o Córrego do Bacalhau. Tinha lá uma escola que fechou. Lá na terra dos caboclo, disse qualquer coisa assim, o que nos chamou atenção, isso pensamos depois, da distinção na fala entre caboclos e quilombolas. Recomendou que encontrassem alguém que nos levasse até o Bacalhau porque sozinhos não conseguiríamos achar a escola no deserto verde*.

*deserto verde
monocultura de árvores em grandes extensões de terra para a produção de celulose.

 

2.2

Sol a pino, PF, esperamos N até dobrar o almoço e chegar a tarde.

Escola destrancada, o caminho abriu.

Paisagens Quilombolas,

Meu turbante, minha coroa,

Somos lindos, somos negros, somos quilombolas

Nos bancos vazios do refeitório, as tramas e histórias de Helvécia, o recente reconhecimento do território quilombola e principalmente o cerco do deserto verde, a presença da empresa de celulose.

Campo minado,

A escola tinha sido reformada em 2010 pela empresa.

 

 

 

 

2.3

N nos diz que Seu JG nos levará até lá, no Bacalhau.

Cruzamos o coração da cidade – a estação a praça a igreja – e mergulhamos no labiríntico deserto verde*.

*T e r r a r r a s a d a  ,  

fica dilatando essa palavra na cabeça, enquanto guio o carro pela estrada de terra. 

Entre a vasta floresta de eucaliptos, uma casa aponta,

Seu JL sorri

Moram ali desde sempre. Os filhos já estão criados. A escola fechou, sim, não tem mais criança.

Dona B desconfia

Projeto? Mas que pesquisa é essa? Pra quem? Pra que?

Canto de olho, um jeito caboclo de interrogar com o corpo todo que fala, qualquer coisa que eu não posso, não consigo descrever.

 

A escola fechou porque não tem mais criança, mas eu queria estudar.

Dentro da negação  alumia esse desejo, depois que Dona B sorri pra foto, quando logo depois nos interdita. Não quero foto. Quer ir na escola pode ir na igreja, mas eu não vou abrir. Escola não, igreja, igreja não, escola. Seu JL nos diz sorrindo, cordial, não somos caboclos não. Igreja fechada, fachada de escola, igreja fechada é só um escola fechada, igreja, escola, dia do envangélico, quilombo, caboclo, deserto verde, igreja não é escola escola não é igreja, escola fechada igreja aberta escola fechada fechada igreja Não, não vou abrir a escola não, igreja, não, não vou abrir, não tire essa foto, o papel o capital labirinto verde deserto a fibria a celulose a sua casa, eucalipototal apocalipto catástrofe, lagoa aqui, minha filha, só encantada, água não deserto terra arrasada quem queria estudar era eu.

 

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Território Quilombola. Helvécia/BA. 

MELHORAMENTO DO MUNDO

Um indivíduo que faz algo propondo “o melhoramento do mundo” é um cretino. A maior parte, aqueles que publicamente trabalham “para o melhoramento do mundo”, termina na prisão por trapaça. Além disso, o mundo sempre consegue, no fim, integrar os heréticos. (…)Na realidade, o mundo nunca melhora. A ideia de melhoramento do mundo é uma daquelas ideias-álibis com que se consolam as consciências infelizes ou as consciências obtusas (…). Portanto, um dos modos para ser útil ao mundo é dizer claro e redondamente que o mundo nunca irá melhorar; e que seus melhoramentos são meta-históricos, ocorrem no momento em que alguém afirma uma coisa real ou realiza um ato de coragem intelectual ou civil. Somente uma soma (impossível) de tais palavras ou de tais atos efetuaria o melhoramento concreto do mundo. E este seria o paraíso e, ao mesmo tempo, a morte.

O mundo, ao contrário, pode piorar isso sim. É por isso que é necessário lutar continuamente: e lutar, depois, por um objetivo mínimo, ou seja, pela defesa dos direitos civis (quando foram conquistados por lutas precedentes). Os direitos civis estão, de fato, eternamente ameaçados, eternamente no ponto de serem suprimidos. Também é necessário lutar para criar novos tipos de sociedade, no qual o programa mínimo dos direitos civis seja garantido.

Pier Paolo Pasolini (Bolonha, 5 de março de 1922 — Óstia, 2 de novembro de 1975) foi um cineasta, poeta e escritor italiano.

 

A Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto se propõe a ser um centro de formação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) para a região do extremo sul da Bahia. Nesta região de Mata Atlântica, devastada pelo avanço da monocultura do eucalipto, pastos e plantações de café, as famílias precisam cotidianamente experimentar, aprender e ensinar formas de manejar e recuperar os solos e os agroecossistemas severamente danificados.
O Projeto Político-Pedagógico da Escola, baseado na agroecologia, que se distingue da agricultura convencional, expressa a luta política que exige uma educação com intencionalidade e criticidade diante das contradições e conflitos sociais da luta de classes. A opção pela agroecologia não é neutra, tampouco a opção pela pedagogia freireana, pois leva em consideração que cada modo de produção produz também o seu espaço. http://www.usina-ctah.org.br/escolamst.html

 

 

 

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expedição catástrofe | extremo sul da bahia, zona remota. Ícaro Lira e Laura Castro. dia 2 – ponto de passagem: OCUPAUFSB – Universidade Federal do Sul da Bahia, Campus Paulo Freire Praça da Bíblia, território de referência do Povo Maxacali Texeira de Freitas-BA, beira da BR-101, fronteira Chegamos ao campus e lá estão as vacas do outro lado da cerca. Comento, sorrindo, rock rural. Letícia está na cozinha expandida que virou o corredor da universidade ocupada assiste a votação da PEC e reclama de dor de cabeça. O Senador diz, metapresencial: nossa polícia está sendo agredida lá fora. Conversamos sobre a vista do campus no horizonte. Conversamos sobre o banal. Talvez uma nostalgia do tempo de passagem. O tempo em que não paramos Mas não O senador-chefe diz, metapresencial: eu até queria que fosse público, eu até propus que abrissem as galerias /o fogo queimando lá fora já nunca tarde? / do cinismo em plenária ao freestyle em praça pública o mover preciso nos ajuda na saúde y a praça é que nem o coração de cidade pórticos, buzinas, vaievem e uma maioria de estudantes (os que não foram até brasília) faróis, quase anoitece quando o rapaz monta um envólucro de papel filme qualquer coisa que possa se romper qualquer coisa que possamos estourar bunda pra vocês! um filme sem nome, retratos rostos movimento a ocupação cambrigde dita em voz alta, microfonada, 550 moradores, 100 filmados, 8 anos de abandono, américa latina, muito trabalho por fazer – QUEM NÃO LUTA TÁ MORTO! 2 jovens mortos em brasília 61 contra 14 pecdofimdomundo um grande silência ressoa madrugad a d e n t r o.

 

 

Ailton Krenak. Pronunciamento na Assembleia Nacional Constituinte em 4 de Setembro de 1987.

 

 

______________________Ponto 1 – Teixeira de Freitas/BA. Ocupação UFSB. BR-101 KM 832 Acampamento MST Jaci Rocha – Prado/BA. Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto. Escola Municipal Anderson Franca______________________

 

http://www.mst.org.br/educacao/

 

expedição catástrofe | extremo sul da bahia, zona remota

ponto 1
Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto
Escola Municipal Anderson Franca
Acampamento do MST Jaci Rocha


BR-101 KM 832                                                                                                                                  

paisagens de luta

a enxada, o facão

o que queremos? quem somos? por que estamos aqui?

– Era a proposição didática lançada a dezenas de jovens do nordeste ali no centro de formação do MST abrigado na Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto.

Encontramos Dionara para um começo de conversa:
começamos pela horta,
as cabaças reunidas no chão, as alfaces brilhando com a água da chuva que caiu.
passamos pela casa de sementes, para depois atravessar o refeitório, as salas e os alojamentos,
andando por entre horizontes de varais, topando com caixas dágua;

o desenho do antigo latifúndio agora refeito
a nova construção
sala de aula pra ser sala de aula
t o m a d a, a s s e n t a d a, bem iluminada

palavras de luta.

risos, desenhos, refrões
punho emposto ao alto.

Lá embaixo, no acampamento, a Escola Municipal Anderson Franca, onde conhecemos Patrícia e Letícia.

livro-escola :
O fim da URSS, bandeira de lápis de cor, E.V.A, nomes tatuados na parede

enxada na terra/
caneta na mão/
nós somos sem terrinha/
o futuro da nação

escola-lãhouse:
a wi-fi e o acampamento

ir à pé até à beira da BR, no caminho dos urucuns, no fim do trajeto, que só começou.

Pistas de escolas rurais :

– Assentamento pau-brasil/ escola rural FECHADA ////
na BR 101, em frente à pedra do pescoço, Itamaraju, 4km do Posto Bentivi
Contato de Dona Cláudia e Seu Reinaldo

– Assentamento Corte Grande
Escola Frei Jeremias – prestes a fechar, funcionando o EJA.
Itamaraju, pegando pra Várzea Grande
Contato de Josi.

Ícaro Lira + Laura Castro

 

———- Mensagem encaminhada ———-
Data: 15 de outubro de 2016 00:03
Assunto: pontos de passagem – expedição extremo sul da bahia área remota

Escrevo este e-mail com o desejo de traçar um pequeno mapa do tempo, um esboço para o que pode vir a ser os nossos dias aqui no Extremo Sul.
Como Y vai passar poucos dias, e Í mais dias, lanço aqui várias questões e itinerários possíveis pra, quem sabe, numa conversa coletiva prévia ou aqui mesmo no agora-e-já, a gente defina nossos pontos de passagem.
Pontos possíveis:
Escola Indígena Zabelê, Aldeia Cahy, Cumuruxatiba.
Essa escola está localizada num aldeia que teve uma reintegração de posse super violenta neste ano, no mês de janeiro. Os pataxós que vivem nesse território lutam bastante por essa demarcação e essa escola foi a única que ficou de pé nesta destruição de janeiro. O fortalecimento da escola, portanto, é o fortalecimento do território. Envio um vídeo feito dessa reintegração de posse, por alguns professores daqui: https://www.youtube.com/watch?v=K7V6WAYu0YQ&feature=youtu.be
E em anexo vão alguns textos, caso interesse, sobre a escola.
– RESEX Cassurubá, Caravelas.
A RESEX é um território muito interessante, é uma área de proteção ambiental, cercada de empresas exploradoras de eucalipto, que trazem um impacto ambiental terrível para a região. Vivem lá, se me recordo mesmo dos números, cerca de 400 famílias, que sobrevive basicamente do mangue e tem duas escolas que pelo que entendi quando fui lá, não funcionam direito. É uma restinga dos caboclos. Caravelas é uma cidade de 1503. Já foi muito cosmopolita, por conta de seu porto, mas hoje vive muito deserta, aqui o turismo predatório não chegou, embora seja o ponto de passagem para o navio que sai pra Abrolhos. Pensei em Cassurubá como ponto de passagem, pois é um território muito afroindígena. Envio um texto de um antropólogo que tenho lido para entender um pouco dessa relação na região, o Márcio Goldman. Dá pra baixar daqui – http://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/98442/97146
É bem curto e fala especificamente desta relação entre as culturas ameríndias e negras. Mas ele tem outros textos interessantes sobre o Sul da Bahia.
Para dar uma espiada em Cassurubá, sugiro esse pequeno doc, feito por uns artistas locais: https://www.youtube.com/watch?v=e4y8t_QeydI
– Escola Municipal Anderson Franca – Acampamento do MST Jaci Rocha
Essa talvez podemos deixar pra ir quando o Y for embora, Í, pois acho que podemos fazer uma oficina por lá e não sei se cabe no tempo que ele estará aqui. Uma colega está fazendo um projeto com oficinas de Literatura lá, envio ele em anexo, tem a ver com os Vagalumes do Didi-Huberman parece, e podemos começar a pensar em alguma ação dentro deste contexto. Não conheço nem a escola, nem o assentamento, mas posso fazer uma visita antes de vocês chegarem e dar notícias. Aqui na região o MST é muito forte, há muitos assentamentos e inclusive um famoso, o Anita Garibaldi que, segundo contam, foi levantado só por mulheres.
– Helvécia, território quilombola. 
Então, aqui bem perto há um distrito do município de Nova Viçosa que é uma comunidade quilombola. Bem na data que vocês estarão aqui, chegando, na real, estou programando trazer o PN para o fechamento de um componente aqui que estou ministrando, chamado Estéticas Negrodescendentes. Irei propor aos estudantes uma deriva na pegada do Careri da caminhada como prática estética. Como é um amigo em comum, acho que de repente podemos aproveitar o N e fazermos uma incursão por Helvécia logo nos primeiros dias. Acredito que um dia só pode ser suficiente.
– Escola Indígena de Coroa Vermelha
Essa escola é bem maior e mais estruturada que a que temos aqui. Mas o interessante lá seria conhecermos o projeto pedagógico e a Arissana Pataxó, que é uma artista indígena, concorreu ao PIPA nesta edição e é professora e coordenadora da escola. Considerando o pouco tempo de Y, acho mais interessante irmos na Zabelê. Mas podemos, Í, passar por Porto quando estivermos a caminho de Salvador.
Coloco também algumas questões de produção:
Desculpe o email tão grande, mas tinha mesmo que inventariar essas possibilidades.
Vamos conversando.
Um beijo,
L

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Ex-cola 1:

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Olá, expedicionários.

Grata já por esses sobrevoos de números, dados da pesquisa e esses relatos da ex-cola.
Compartilho com vocês um trabalho de Alfredo Jaar, arquiteto e artista chileno, que construiu um trabalho, dentro de um memorial, a partir de escolas devastadas pelo tsunami de Fukushima. Envio alguns imagens e um vídeo do próprio Alfredo narrando o processo do trabalho. O vídeo é uma fala longa do artista, mas nos primeiros 25 minutos já é possível entrar em contato com a narração sobretudo da pesquisa no cenário devastado.
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Não é exatamente o nosso caminho de pesquisa, mas me lembrou nosso processo aqui. Quando penso na PEC 241/16, a 241/16, as verbas prestes a serem cortadas, os arrochos e as instabilidades sobretudo em universidade pequenas como a minha, penso nessa grande e devastadora onda de destruição na nossa educação pública, já em ruínas. Ficam quadros de giz inscritos de memória, parados no tempo.
Sigo na escuta.
Em breve encaminhamos nossos acertes de datas e expedições cá na Bahia.
Um beijo,
L
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